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Martelo.
(Ouça-me)
Aemus abriu os olhos , levantando do chão imediatamente - os reflexos de luta foram os primeiros a voltar. Uma abóbada: Anmar. Não os deixariam ir embora tão fácil. O lich ria, uma mistura patética de fúria e divertimento. Apenas mais um obstáculo a ser derrotado.

Fechou os olhos e, como chamas que o devoravam, lembrou-se com ardor - o cérbero. Acertou um golpe, como sempre, mas ele acertou outro mais forte. Um descuido, o grupo não estava pronto. Os outros! Todos estavam lá no barco.

Manco ficou. "Bravo guerreiro, honrarei teu nome em minhas batalhas" disse. "Você era digno, mas a Roda o engoliu antes de ter seu destino cumprido."

Thetas, pobre jovem, havia sido trazido de volta. O que pensaria de sua vida de ganância? Quando se enxerga o além, a mente de um se transforma...

Movran... Conhecia o feiticeiro: Ele abraçou o fogo. Disse que era filho da fênix, e renascera como tal... Parecia digno, mais do que nunca. Não como líder da Corrente - o que quer que fosse a Corrente havia sido quebrado, elos que nunca foram fortes. Não eram cobre, não eram elo - não todos. E uma corrente sem todos os elos... se parte. Movran parecia algo mais... uma força que poderia ser o estopim das chamas da guerra para além de contratos, reis lich, comerciantes, política. E Aemus garantiria isso - havia escolhido seu campeão.

Foi então que notou que não tinha pensado em seu próprio destino. As portas do Descanso haviam sido negadas... por Anmar. Estava para dar o passo final a um destino supremo, não havia o que decidir. Era o que seu deus comandava, e se este chamava, então pisaria em suas terras de uma vez por todas. Mas não, o rei dos mortos não estava satisfeito, e puxou de volta seus vassalos para o mundo dos vivos.
Fechou os olhos outra vez, e um flash o acometeu. Seu Deus... Tempus. Tempus, o Senhor das Batalhas, O Martelo Oponente, seu verdadeiro lorde, estava lá! Olhou em seus olhos, sabia que era ele, e ele o acolheria. Mas foi tirado de seu chamado... não, isso estava errado. Morreu na luta, estava cumprindo seu propósito uno, e lá lutaria para todo sempre. Mas se estava aqui... o restava apenas um destino.

(Ouça-me dois)

Pôs-se de pé. Não tinha roupas, nem equipamento. Vestiu-se com os panos de Silesia, serviriam por hora. Conseguiria armas, armaria seus punhos, colheria a força emprestada de seu Deus.
Usaria o que tinha, e pelo simples fato de ter fé, sentia-se mais pleno que qualquer ferramenta material o faria sentir.

Sabia o que o aguardava com o cérbero agora: garantiria de impedir que o mesmo acontecesse. Movran parecia o candidato certo, mas agora ele precisaria de ajuda. Não era mais hora de observar: agiria.
Planejaria e estaria pronto, a fera não seria vitoriosa outra vez. Se cantou sua derrota no barco do além, cantaria sua vitória com o sangue de sua carcaça.

Havia um motivo para estar aqui ainda. Tempus o deixara ir, e era claro: sua missão não estava cumprida. Lutaria, moveria a Roda da Guerra, até seu último instante de existência. De certa forma, Aemus já havia morrido duas vezes - e voltado à vida. Não descansaria até que seu deus o permitisse descansar, e faria isso com toda sua força.
Sabia quando parar o que havia começado, e estava apenas no início de seu cruzada.

Abençoado pela visão da figura imponente de Tempus, Aemus saiu da torre de Anmar com uma fé mais inabalável do que fora em toda sua vida de clérigo: seu caminho era claro, e cumpriria seu propósito.
Mais do que nunca, era apenas um com seu Deus. Ter visto seu senhor não o tornava maior, era um servo como outro - mas sua crença: nada podia destruí-la agora.
Seria aquele que moveria a Roda da Guerra. Seria um clérigo, seria um guerreiro. Não, mais do que tudo...

Seria o Martelo.
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Hiran
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Nel mezzo del cammin...
Mãos de morte
A fogueira crepitava calmamente na noite escura. Thetas, Movram e Aemus estavam sentados ao redor dela, em silêncio, cada um dentro de seus próprios pensamentos.
Aemus experimentou a euforia da batalha desenfreada. Quando avançou sobre o guarda na festa foi tomado do ímpeto que dormia em seu coração, domado pela falsa impressão de segurança enquanto ansiava poder caminhar em campos banhados de sangue e bradar o nome de Tempus aos céus e aos infernos. Ainda lamentava a perda do seu escudo, mas seu sangue fervilhava
Thetas pensava em seu pai e lamentava não tê-lo encontrado. Perdeu uma vida sem sucesso e sua morte pesava em sua consciência e o impedia de perceber que esse retorno, mesmo que garras frias do Rei Anmar, era a nova chance que precisava para encontrar seu pai.
Movram encarava a fogueira, em transe. Imaginava que tinha vontade de colocar no meio daquela fogueira e completava suas projeções com essas pessoas gritando e agonizando no fogo.
Estavam equipados com roupas de Silesia. Apenas isso. E foi Thetas que quebrou o silêncio.
- Do que adianta? O que podemos fazer? Não temos mais dinheiro, não temos mais nada!!!
- Sim. Meu escudo, minha conexão com Tempus....
- ...o cubo... – Movran deixou escapar.
Vieram mais alguns minutos de silêncio enquanto os viajantes remoíam por mais alguns minutos suas frustrações. Um vento frio balançou as pequenas chamas da fogueira e um barulho despertou todos do transe. A iminência do perigo afastou a condescendência e eles ficaram em alerta e reencontraram a vontade de se manterem vivos.
Sem falar mas nada, os três se puseram em movimento. Movram apagou a fogueira e Aemus pegou na parte fria de um dos pedaços de madeira usado como lenha. Thetas aproveitou a escuridão e desapareceu.
Eram 4 goblins. Perceberam a vantagem numérica e avançaram destemidos. Eles usavam velhas espadas curtas que pareciam prestes a se desmanchar e pedaços de couro como proteção. Fediam a ranço e carniça e não era nada amigáveis.
Aemus tomou a frente sem se importar com o número maior dos oponentes. Quando um dos goblins se aproximou ele fez uma finta se colocando de lado e ficando de frente ao flanco aberto do goblin. Acertou o pedaço de pau na têmpora do monstro que grunhiu de dor e raiva e logo se virou rodando sua espada aflito. Um segundo goblin aproveitou que o sacerdote estava ocupado e estocou sua que atingiu de raspão o ombro de Aemus. O ferimento o deixou ainda mais eufórico e ele tomou uma nova posição de frente para os dois goblins.
Logo atrás, os outros dois goblins acertaram cortes em Movram que manobrou para deixa-los em linha em sua frente. Quando achou que tinha conseguido, levantou suas mãos gritando as palavras do feitiço que fez suas mãos pegarem fogo e logo depois as chamas se projetaram para frente num cone. O primeiro goblin não teve tempo de se proteger e sentiu o fogo arder sua pela acinzentada. O segundo rolou para o lado apagando as pequenas chamas que tentavam se espalhar por suas vestes.
Aemus preparou bem sem próximo movimento. Com os dois goblins na sua frente, se virou para um fazendo um intricado gesto com suas mãos, e uma grande martelo luminoso se formou no ar na direção do goblin que não esperava o ataque mágico e recebeu o golpe com o peito aberto. O golpe lhe arrancou o ar e ele se ajoelhou tossindo. O ataque de Aemus deu ao outro Goblin tempo e espaço para outra estocada, mas dessa vez seu braço travou a meio caminho do ataque enquanto ele cospiu sangue. Não teve chance de gritar ou ver o que atingiu, apenas caiu morto com um corte profundo em seu rim esquerdo. Aemus viu Thetas de relance desaparecendo de novo na escuridão.
No outro núcleo Movran voltou a esquentar suas mãos se aproximando do Goblin que tentava se proteger e não percebeu a flecha vindo da escuridão e o atingindo no braço. As chamas não foram tão precisas e o goblin rolou de novo para o lado evitando piores queimaduras. Logo depois levantou e avançou sobre o feiticeiro. Com o braço ferido não conseguiu esquivar da espada e outro corte foi feito em seu abdomem.
Aemus pegou a espada que se oponente deixou cair no chão e no mesmo movimento ofereceu um corte lateral no goblin ajoelhado. Um corte fundo o suficiente para tirar-lhe a vida. Outra flecha zuniu acertando o chão próximo a seu pé. Ele se virou e viu o quarto goblin avançando sobre Movram.
O feiticeiro buscava uma direção para rolar no chão em esquiva ao golpe. Aemus se aproximou calmamente aguardando o desenrolar daquela luta e longe dali um grito de goblin indicava que não haveriam mais flechas. O goblin viu seus companheiros caírem e como estava em posição favorável, correu em direção à escuridão. Aemus apenas observou, mas Movram apontou o dedo de onde um raio de fogo saiu na direção da criatura, atingindo-o na mesma hora em que uma flecha vinda da escuridão. Ele caiu gofando sangue enquanto seu corpo queimava.
Os corpos foram arrastados e queimados. A fogueira foi acesa e os viajantes a contemplaram de novo, agora mais confiantes. Não falaram mais naquela noite, mas possivelmente compartilhavam um pensamento que afastou um pouco o pessimismo. Ainda não tinham o escudo, o cubo, armas...com certeza importantes. Mas naquela noite, os goblins encontraram a morte em suas mãos.
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Guerra e Paz
Manco corria desesperadamente até a chave. Não corria apenas pela sua vida, mas pela dos jovens companheiros recém encontrados. Amaldiçoou a perna coxa e as feridas impostas pelos Mantos Brancos que impediam sua antiga agilidade. Estava quase chegando à próxima sala, talvez se ele conseguisse a chave então tudo se resolveria…

Os pelos da nuca se arrepiaram, e o cheiro de enxofre familiar atingiu suas narinas. Ele sentiu o calor o envolvendo, mas continuou correndo avidamente. Se aguentasse um pouco mais talvez houvesse uma esperança. Apenas mais um pouco, enquanto as chamas corroiam sua carne. O homem que sobrevivera ao Underdark, a Górgonas, a inúmeras batalhas sem esperança de vitória. Logo agora que havia encontrado alguém digno de chamar de sucessor. As imagens do treino com Aemus tomaram sua mente de arrombo, a cada golpe ele avançava um passo no redemoinho infernal de chamas que o envolvia.

Mas já enganara a morte vezes demais para uma vida. Mesmo a última só fora possível por conta desses companheiros que o encontraram. “Já vai desistir, velho?” A voz de Aemus ecoou no fundo de sua mente. Isso significaria que o jovem morrera? “Seu velho inútil”, pensou. Foi tomado por fúria. Antes mesmo das chamas se extinguirem, não havia mais Manco, apenas ódio caminhando lentamente entre as labaredas. E quando elas se foram, nada restava além de carvão e cinzas.

Ao acordar, estava em um barco com seus companheiros. O que dizer? Como falar com eles? Impossível. Não depois de tamanha vergonha. Estariam os corredores de jade negro dos Mursaat ainda abertos a ele? Dificilmente. E se estivessem, como encará-los após tanto fracasso? Ainda tinha uma missão: purificar os Mursaat, matar os hereges, encontrar um herdeiro para o Manto e protege… olhou para Aemus à sua frente no barco. O jovem rumava decidido para o seu deus. Manco não poderia caminhar tão confiante sabendo que falhou com tamanha maestria.

Eram tragados pelos portais, por uma força hipnótica e tão inexorável quanto a própria morte. Aemus, Thetas e Movran pareciam encontrar paz e refúgio na vista de seus portais. Mas Manco não encontrava a mesma sensação de acolhimento, apenas culpa e raiva. Ainda assim, o portal o tragava, como exercendo um feitiço. Então correntes se agrilhoaram aos tendões de seus companheiros e eles foram puxados para o mar de prata. Novamente Manco podia apenas olhar impotente para a captura de seus aliados. Por que justo ele que não encontraria a paz de forma alguma fora poupado? Era alguma maldição que transcendia até mesmo o limiar da morte?

Novamente foi tomado por fúria. O encanto do portal se enfraquecera. Em compensação, o quinto portal, dos Infernos, ao meio, o chamava de forma cada vez mais intensa. Os demais pórticos desmoronaram. Manco permanecera no Purgatório, divido entre enfrentar o julgamento de seus deuses e a fuga fácil para os Internos.
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Tags: R.I.P.
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Genet Fouts
Posted in Lankhmar
A Most Welcome Lift
The baron’s coach approaches from the far end of the street. At the same time Varla ID’s Genet and calls out his name. The coach stops and the driver scans the crowded street. We flee! Someone unseen in the coach speaks with Varla. We don’t stick around to find out what they have to say.

We make it back to Nikhto’s and grab the rest of the cakes. We flee out the back door. Not much later we begin changing again.

Baroness Emilia Cordovna rescues us in her coach. She says the baron was laughing about people being transformed into animals. She took the coach into town to see what was going on. She takes us, in her coach, to Cassimere’s.

Cassimere laughingly tells us the effects are not permanent. His goal was to discredit Nikhto and believes he was successful because we were seen, transformed, out on the streets. The townspeople are now fearful of “monsters” roaming the streets. Margon and Flossin force feed Cassimere some random cakes and throw him out the door. Margon searches Cassimere’s records and doesn’t find anything incriminating. Flossin finds some rilks in a cash box. After an hour we revert back to our normal selves.

We take a private room at the Lucky Copper. Genet hears that the animal transformations have gone away because the guards tracked down the creature in the tenderloin district. The creature was killed by the guards. We hear a scream downstairs. A crimson mist seeps from under the door. Flossin and Ricky flee out the window. Genet breaths a bit of the red mist and is “fatigued”. Margon and Genet us a rope to exit the second story room. Margon breaks windows to help the red mist escape. Valen escapes and says the red mist came from the hearth. He believes the peat they burn is bad.

Flossin insists the red mist is not because of the peat.

Taris of the peat cutters is offering to hire anyone to track down the cause of the red mist. They suspect the wood cutters guild. They mention that one of the twelve member peat cutter crews is missing.

Flossin, Ricky, and Genet retreat to Flossin’s place. Billy Mulligan shows up at the door. Billy tells Flossin that he has Tyla’s money. He says he is being followed and that someone else is interested in Palp. He tells us Palp was found dead in his room. Palp was run through, not killed by the crimson mist. Billy leaves Flossin’s place. Ricky follows Billy and confirms that Billy is being followed by a thief. Billy loses whoever was following him. Ricky sees this and decides to follow the thief. The thief gives up the chase and goes into a pub. Ricky follows the thief into the pub. Bill comes to the pub and sits next to Ricky. Billy says the thief is from the Thieves Guild. The thief is new and was running with Palp.

Lady Emilia would like Lysa Oliver to come to a birthday event she is planning.

We take the contract with the Peat Guild to find the missing work crew. 5 rilks each up front, 5 rilks if we find useful info, plus 5 rilks if we have to fight. Watch out for salt spiders!
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Epic!
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Hiran
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Nel mezzo del cammin...
Redenção
....a pele se enrugou e logo se desmanchou abrindo caminho para as chamas de purificação. Exposta, a carne queimou e se encolheu perante enormidade do fogo e no fim restaram cinzas. O deleite de abraçar o fogo! E das cinzas renasci, renovado, purificado. Não há razão para temer ou sofrer, pois é a mais honrosa das mortes, que nos retorna à nossa origem primordial, que nos liberta o espírito do corpo podre ao qual só resta mesmo se tornar cinza.

E no fim, no firmamento da vida, me deparei com a verdade e por ela me purifiquei. Libertei-me da angústia das políticas dos templos que limitam a ação de Lathander e Amaunator, deuses iluminados de mãos atadas pelas excessivas regras das instituições. O fogo é livre, deve ser livre, não é uma ferramenta política, não é oportunista ou melindroso. É implacável, impetuoso, intenso, honesto, puro. E no portal da eternidade eu encarei os olhos flamejantes, que penetraram minha alma e queimaram os grilhões que prendiam. Na entrada dos salões infinitos da morte, foi Kossuth que estendeu suas labaredas e me ofereceu a transcendência. E ali eu teria mergulhado não fosse as vis e funestas garras de Anmar, o rei da carniça...ser arrastado de volta por seus imundos laços arde mais que a pele queimada.

Voltei....voltei. Pela maldição de Anmar, e acima de tudo, por vontade de Kossuth, pois se ele olhou nos meus olhos e permitiu meu retorno, eu sei que espera que eu seja seu mensageiro. O no breve instante que me separou da ascensão eu vi também a mãe do meu espírito, a ave sagrada do fogo, e a fênix me mostrou que minha missão está apenas começando. Se fui privado do abraço acalorado de suas asas, é por que ainda preciso portar sua vingança e consagrar essa terra coberta do lodo das maquinações e desejos impuros.

Sou renascido das cinzas, mensageiro do fogo e da vingança eterna, chama da purificação e da renovação da alma, e com as asas da fênix abraçarei o mundo e dele farei cinzas e este então renascerá renovado e puro. Das cinzas me levanto livre de ilusões para revelar a verdadeira justiça, liberto das algemas da ordem serei a pura essência do fogo. Honro ainda Lathander e Amaunator, e lutarei para manter sua luz brilhando, exaltarei o amanhecer e as esperanças renovadas, contemplarei o sol e sua radiância vital e me manterei fiel aos ideias de pureza da alma, mas serei o purificador de Kossuth.

Nas sábias palavras do General Mario, talvez a corrente realmente fosse uma piada. E eu me considero a maior parte dessa piada. Estava diante de mim e não pude ver. A corrente aprisiona, subverte a vontade da liberdade e a restringe a porões e masmorras imundas donde a luz passa longe. É instrumento de opressão, símbolo de prisão e escraviza corpo e alma dos fracos. Então, como elo dessa corrente eu era sim uma piada....fraco, contido, preso....não mais. Essa corrente não existirá mais, pois corrente também é uma arma. A Corrente abraçou o fogo e seus elos incandescentes serão reforjados à vontade dos seus membros e a Corrente será o açoite da justiça. E quem estiver em seu caminho......
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